como a criança
tomada em seu mais profundo medo
chora a alegria da vidraça quebrada
assisto teu derradeiro fim
definhas perante meus olhos
e eu nada posso fazer senão esperar alívio
depois que te fores
nunca mais te precisarei chorar
não te sentirei saudades
já no caminho
terás percebido
que tão simples como é te amar
é te matar
meu amor…
te sinto partir
e como me são tristes as despedidas…
Creio que não li antes um “poema-despedida-de-um-amor-que-acabou” tão contundente, tão forte e tão belo. Parabéns!
Comentário por Marcos Verzeanu Columbelli — Fevereiro 10, 2007 @ 3:43 pm